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ALGUMAS DICAS - Acidente de CARRO
Algumas Informações Úteis
Como agir no local do acidente?
Fazendo uso do colete reflector, sinalize de imediato o local do acidente. Coloque-se em lugar seguro, assim como todas as pessoas que viajam consigo ou no outro veículo.
Tome as medidas ao seu alcance para evitar ou limitar as consequências do acidente.
Se houver feridos ligue ao serviço de emergência 193(bombeiros) e descreva o melhor possível a localização do acidente, o número e a gravidade dos feridos e nunca os abandone até chegarem os primeiros socorros.
Peça todos os dados de identificação ao outro ou outros intervenientes e chame a polícia.
Deverá ligar para a polícia apenas se houver feridos ou tenha fundada suspeita que o outro condutor está a agir de má fé ou em situação ilícita - sem seguro, com álcool, o veículo possa ser roubado.
Em caso de discordância quanto às circunstâncias do acidente, recolha os dados das testemunhas que possam confirmar a sua versão.
Recolha os seguintes elementos para posteriormente proceder à participação de sinistro:
Dados dos veículos intervenientes;
Data e hora do acidente;
Local;
Descrição sumária;
Danos nos veículos.
Tão rápido quanto possível retire os veículos da via para facilitar o trânsito.
OS 10 MANDAMENTOS DO SOCORRISTA:
1. Mantenha a calma.
2. Tenha em mente a seguinte ordem de segurança quando você estiver prestando socorro:
· PRIMEIRO EU (o socorrista)
· DEPOIS MINHA EQUIPE (Incluindo os transeuntes)
· E POR ÚLTIMO A VÍTIMA
Isto parece ser contraditório a primeira vista, mas tem o intuito básico de não gerar novas vítimas.
3. Ao prestar socorro, é fundamental ligar ao atendimento pré-hospital de imediato ao chegar no local do acidente. Podemos por exemplo discar 3 números: 193 (número do corpo de bombeiros da cidade de São Paulo).
4. Sempre verifique se há riscos no local, para você e sua equipe, antes de agir no acidente.
5. Mantenha sempre o bom senso.
6. Mantenha o espírito de liderança, pedindo ajuda e afastando os curiosos.
7. Distribua tarefas, assim os transeuntes que poderiam atrapalhar lhe ajudarão e se sentirão mais úteis.
8. Evite manobras intempestivas (realizadas de forma imprudente, com pressa)
9. Em caso de múltiplas vítimas dê preferência àquelas que correm maior risco de vida como, por exemplo, vítimas em parada cárdio-respiratória ou que estejam sangrando muito.
10. Seja socorrista e não herói (lembre-se do 2o mandamento).
FONTE: http://www.bombeirosemergencia.com.br/dezmandamentosdossocorristas.htm
Imobilização
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Fratura: É toda solução de continuidade súbita e violenta de um osso. A fratura pode ser fechada quando não houver rompimento da pele, ou aberta (fratura exposta) quando a pele sofre solução de continuidade no local da lesão óssea. As fraturas são mais comuns ao nível dos membros, podendo ser únicas ou múltiplas. Na primeira infância, é freqüente a fratura da clavícula. Como causas de fraturas citam-se, principalmente, as quedas e os atropelamentos. Localizações principais: (a) fratura dos membros, as mais comuns, tornando-se mais graves e de delicado tratamento quanto mais próximas do tronco; (b) fratura da bacia, em geral grave, acompanhando-se de choque e podendo acarretar lesões da bexiga e do reto, com hemorragia interna; (c) fratura do crânio, das mais graves, por afetar o encéfalo, protegido por aquele; as lesões cerebrais seriam responsáveis pelo choque, paralisia dos membros, coma e morte do paciente. A fratura do crânio é uma ocorrência mais comum nas grandes cidades, devido aos acidentes automobilísticos, e apresenta maior índice de mortalidade em relação às demais. O primeiro socorro precisa vir através de aparelho respiratório, pois os pacientes podem sucumbir por asfixia. Deve-se lateralizar a cabeça, limpar-lhe a boca com o dedo protegido por um lenço e vigiar a respiração. Não se deve esquecer que o choque pode também ocorrer, merecendo os devidos cuidados; (d) fratura da coluna: ocorre, em geral, nas quedas, atropelamentos e nos mergulhos em local raso, sendo tanto mais grave o prognóstico quanto mais alta a fratura; suspeita-se desta fratura, quando o paciente, depois de acidentado, apresenta-se com os membros inferiores paralisados e dormentes; as fraturas do pescoço são quase sempre fatais. Faz-se necessário um cuidado especial no sentido de não praticar manobras que possam agravar a lesão da medula; coloca-se o paciente estendido no solo em posição horizontal, com o ventre para cima; o choque também pode ocorrer numa fratura dessas. Obs: Jamais alinhe uma fratura.
Sempre Alerta!
Arnaldo E. de Freitas
Não tenha VERGONHA não, pode COMENTAR... eu agradeço!
MEUS AMIGOS: > SOLICITO REENVIAR ESTA FOTO, A > PEDIDO (ROGERIO). > SUA FILHINHA ESTÁ DESAPARECIDA. > GRATO PELA ATENÇÃO DISPENSADA. > QUALQUER INFORMAÇÃO, FAVOR ENTRAR > EM CONTATO COM ELE MESMO. > ROGERIO TEL 9964 8518 - > PASSEM PARA TODOS OS AMIGOS POR FAVOR.
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Sempre Alerta!
Arnaldo E. de Freitas
Terra
Toda humanidade caminhando Sem rumo certo, com certeza Hoje, estão em constante luta Com a poderosa, mãe natureza
Mas que luta tão desigual Por inconseqüência do homem animal O único ser que se diz racional Desmata, queima e polui o ar Achando isto tudo tão natural
Mas a natureza responde Acredito, só por defesa, Pois quem como eu, tem certeza Ser filho da terra e do mar As grandes tempestades caídas São lágrimas a derramar
Os fortes ventos soprados São suspiros desesperados De não ver lutar a seu lado O filho por ela criado.
de Jorge Amado
Ao Grupo Escoteiro Padre Baron por sua festa de encerramento do ano de 2006, a todos os integrantes desde lobinhos aos chefes, nosso PARABÉNS por todas as atividades deste ano...
Ao Grupo Escoteiro Lauro Müller também pela festa de encerramento e por seu aniversario... PARABÉNS!
A todos os grupos e seus integrantes fica aqui um CORDIAL Sempre Alerta, seguido daquele aperto de CANHOTA!
Sempre Alerta!
ArnaldoE. de Freitas
*quero agradecer aos convites dos grupos, muito OBRIGADO de CORAÇÃO! Agradecer em ESPECIAL ao chefe Orlando do GEMAT(Grupo Escoteiro Almirante Tamandaré) pelos convites, 2007 está chegando... ano NOVO, vida NOVA!
Socorro básico, ou ressuscitação cardiopulmonar básica, é um conjunto de procedimentos de emergência que pode ser executado por profissionais da área de saúde ou por leigos treinados. Para que a ressuscitação cardiopulmonar seja eficiente, a vítima deve estar em decúbito dorsal, sobre superfície dura, firme e plana. Caso esteja em decúbito lateral ou ventral, o socorrista deve virá-la em bloco, de modo que cabeça, pescoço e ombros movam-se simultaneamente. O socorrista deve se colocar na altura dos ombros da vítima e ajoelhar-se quando esta estiver no solo.
VEJA mais em: http://www.sopami.org.br/soc_bas.htm
TÉCNICAS DE CURATIVOS, CICATRIZAÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÃO
Um bom curativo começa com uma boa preparação do carro de curativos. Este deve ser completamente limpo. Deve-se verificar a validade de todo o material a ser utilizado. Quando houver suspeita sobre a esterilidade do material que deve ser estéril, este deve ser considerado não estéril e ser descartado. Deve verificar ainda se os pacotes estão bem lacrados e dobrados corretamente. O próximo passo é um preparo adequado do paciente. Este deve ser avisado previamente que o curativo será trocado, sendo a troca um procedimento simples e que pode causar pequeno desconforto. Os curativos não devem ser trocados no horário das refeições. Se o paciente estiver numa enfermaria, deve-se usar cortinas para garantir a privacidade do paciente. Este deve ser informado da melhora da ferida. Esse métodos melhoram a colaboração do paciente durante a troca do curativo, que será mais rápida e eficiente. A lavação das mãos com água e sabão, que deve ser feita antes e depois de cada curativo. O instrumental a ser utilizado deve ser esterilizado; deve ser composto de pelo menos uma pinça anatômica, duas hemostáticas e um pacote de gazina; e toda a manipulação deve ser feita através de pinças e gazes, evitando o contato direto e consequentemente menor risco de infecção. Deve ser feita uma limpeza da pele adjacente à ferida, utilizando uma solução que contenha sabão, para desengordurar a área, o que removerá alguns patógenos e vai também melhorar a fixação do curativo à pele. A limpeza deve ser feita da área menos contaminada para a área mais contaminada, evitando-se movimentos de vaivém Nas feridas cirúrgicas, a área mais contaminada é a pele localizada ao redor da ferida, enquanto que nas feridas infectadas a área mais contaminada é a do interior da ferida. Deve-se remover as crostas e os detritos com cuidado; lavar a ferida com soro fisiológico em jato, ou com PVPI aquoso (em feridas infectadas, quando houver sujidade e no local de inserção dos cateteres centrais); por fim fixar o curativo com atadura ou esparadrapo. Em certos locais o esparadrapo não deve ser utilizado, devido à motilidade (articulações), presença de pêlos (couro cabeludo) ou secreções. Nesses locais deve-se utilizar ataduras. Esta vede ser colocada de maneira que não afrouxe nem comprima em demasia. O enfaixamento dos membros deve iniciar-se da região dista para a proximal e não deve trazer nenhum tipo de desconforto ao paciente. O esparadrapo deve ser inicialmente colocado sobre o centro do curativo e, então, pressionando suavemente para baixo em ambas as direções. Com isso evita-se o tracionamento excessivo da pele e futuras lesões. O esparadrapo deve ser fixado sobre uma área limpa, isenta de pêlos, desengordurada e seca; deve-se pincelar a pele com tintura de benjoim antes de colocar o esparadrapo. As bordas do esparadrapo devem ultrapassar a borda livre do curativo em 3 a 5 cm; a aderência do curativo à pele deve ser completa e sem dobras. Nas articulações o esparadrapo deve ser colocado em ângulos retos, em direção ao movimento. Durante a execução do curativo, as pinças devem estar com as pontas para baixo, prevenindo a contaminação; deve-se usar cada gaze uma só vez e evitar conversar durante o procedimento técnico. Os procedimentos para realização do curativo, devem ser estabelecidos de acordo com a função do curativo e o grau de contaminação do local. Obedecendo as características acima descritas, existem os seguintes tipos de curativos padronizados: CURATIVO LIMPO A) Ferida limpa e fechada
a) o curativo limpo e seco deve ser mantido oclusivo por 24 horas.
b) após este período, a incisão pode ser exposta e lavada com água e sabão.
c) utilizar PVP-I tópico somente para ablação dos pontos. CURATIVO COM DRENO
a) O curativo do dreno deve ser realizado separado do da incisão e o primeiro a ser realizado será sempre o do local menos contaminado.
b) O curativo com drenos deve ser mantido limpo e seco. Isto significa que o número de trocas está diretamente relacionado com a quantidade de drenagem.
c) Se houver incisão limpa e fechada, o curativo deve ser mantido oclusivo por 24 horas e após este período poderá permanecer exposta e lavada com água e sabão.
d) Sistemas de drenagem aberta (p.e. penrose ou tubulares), devem ser mantidos ocluídos com bolsa estéril ou com gaze estéril por 72 horas. Após este período, a manutenção da bolsa estéril fica a critério médico.
e) Alfinetes não são indicados como meio de evitar mobilização dos drenos penrose, pois enferrujam facilmente e propiciam a colonização do local.
f) A mobilização do dreno fica a critério médico.
g) Os drenos de sistema aberto devem ser protegidos durante o banho. CURATIVO CONTAMINADO Estas normas são para feridas infectadas e feridas abertas ou com perda de substância, com ou sem infecção. Por estarem abertas, estas lesões são altamente susceptíveis à contaminação exógena.
a) O curativo deve ser oclusivo e mantido limpo e seco.
b) O número de trocas do curativo está diretamente relacionado à quantidade de drenagem, devendo ser trocado sempre que úmido para evitar colonização.
c) O curativo deve ser protegido durante o banho.
d) A limpeza da ferida deve ser mecânica com solução fisiológica estéril.
e) A anti-sepsia deve ser realizada com PVP-I tópico.
f) As soluções anti-sépticas degermantes são contra-indicadas em feridas abertas, pois os tensoativos afetam a permeabilidade das membranas celulares, produzem hemólise e são absorvidos pelas proteínas, interferindo prejudicialmente no processo cicatricial.
e) Gaze vaselinada estéril é recomendada nos casos em que há necessidade de prevenir aderência nos tecidos.
f) Em feridas com drenagem purulenta deve ser coletada cultura semanal (swab), para monitorização microbiológica.
VEJA mais em: http://www.angelfire.com/ma/pliniomaia/curativos6.html
Sempre Alerta!
Arnaldo E. de Freitas